Trabalhos feitos...
sexta-feira, novembro 19, 2010
terça-feira, novembro 16, 2010
Prioridades (pouco académicas)
Agora que já fiz o meu dever de fã(nática) e votei em todos os meus vícios (Twilight, Michael Bublé, Robert Pattinson, Dear John, The Vampire Diaries, Hugh Laurie, ...) vou dedicar-me à implantação da República e da vida política portuguesa no século XX para Cultura Portuguesa Contemporânea.
Para quem quiser/puder, o site:
segunda-feira, novembro 15, 2010
Gostar à distância
Se fosse assim tão fácil...
(por momentos, até a mim me parece que
o que nos separa é somente um bilhete de avião).
(por momentos, até a mim me parece que
o que nos separa é somente um bilhete de avião).
domingo, novembro 14, 2010
All this killing time
As suas promessas
enganam-me o coração,
envenenam-me a alma
e fazem-me feliz
(ainda que só por umas horas).
enganam-me o coração,
envenenam-me a alma
e fazem-me feliz
(ainda que só por umas horas).
O coração tem destas coisas,
que ninguém entende.
que ninguém entende.
E a rotina instala-se, e com ela a apatia junta-se.
sábado, novembro 13, 2010
Não me devolvas os laços
Perguntaram-me por ti. Fingi que não sabia.
A verdade é que não sei se fingi ou se não sabia mesmo (de ti).
Há uma grande diferença entre sabermos de alguém porque essa pessoa está em contacto connosco e entre sabermos de alguém por mera coincidência e por meras partilhas como a mesma cidade, as mesmas ruas e algumas das mesmas pessoas.
A verdade é que se não sei se fingi, ou se não sabia mesmo (de ti) é porque,
efectivamente, já não penso. Deixei-me desse luxo, deixei o pensar para quem se importa.
Afinal, já nem me importa saber se, quando me perguntaram por ti, fingi (ou não) que não sabia (de ti).
A verdade é que não sei se fingi ou se não sabia mesmo (de ti).
Há uma grande diferença entre sabermos de alguém porque essa pessoa está em contacto connosco e entre sabermos de alguém por mera coincidência e por meras partilhas como a mesma cidade, as mesmas ruas e algumas das mesmas pessoas.
A verdade é que se não sei se fingi, ou se não sabia mesmo (de ti) é porque,
efectivamente, já não penso. Deixei-me desse luxo, deixei o pensar para quem se importa.
Afinal, já nem me importa saber se, quando me perguntaram por ti, fingi (ou não) que não sabia (de ti).
quinta-feira, novembro 11, 2010
O cemitério de Raparigas
«Não se fala mais nisso.»
«De que é que vamos falar, então?»
«Sei lá! De ti.. Nunca foste casado?»
«Pensei nisso.»
«Como é que se chamava?»
«Rita.»
«De que é que vamos falar, então?»
«Sei lá! De ti.. Nunca foste casado?»
«Pensei nisso.»
«Como é que se chamava?»
«Rita.»
quarta-feira, novembro 10, 2010
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