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quarta-feira, julho 28, 2010

Está na hora

Lembras-te de me teres dito que estavas a ponderar ir para a Alemanha estudar?
It's time. Vai-te e-m-b-o-r-a.

E por falar neles: Sabemos que está mesmo calor
quando a borracha que contorna os vidros do autocarro, começa a derreter.
Foi o que aconteceu hoje no 200 em que eu viajava.

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Express Face

Odeio que o meu computador ainda não esteja pronto.
Odeio ter de me levantar cedo quatro dias durante a semana.
Odeio ter de trajar com chuva porque o meu cabelo fica estragado com a humidade.
Odeio ter quatro cadeiras de literatura este semestre.
Odeio acordar e ainda sentir-me cansada.
Mas no meio disto tudo, o que odeio mais é apanhar pessoas que não conheço a fixarem-me. A minha sensação é sempre "o que é que eu tenho na cara?"
odeio porque não sei porque é que me fixam e eu odeio não saber as coisas. Odeio mesmo.

«No expression, no expression
Hide your head I want to drown your sorrow
When there's
no tomorrow, no tomorrow»
-" Oh Rita qual era a pior coisa que ele ainda te podia fazer?"
«Vir ter comigo e tentar coser a ferida que abriu.»

domingo, fevereiro 07, 2010

Corações partidos

Só conhecemos certas realidades quando as sentimos na pele.
Só nos apercebemos do real dessas realidades quando começamos a fazer parte delas.
Eu tinha noção que, encontrar casais com uma relação sólida como a que eu tinha, era de facto difícil.
O que eu não tinha noção era a quantidade de pessoas que anda por aí, como eu ando (correcção) andava, com o coração partido.
É incrível como, de facto, somos muitos, os corações partidos e abandonados. E por sermos muitos, juntamo-nos, unimo-nos, ajudamo-nos uns aos outros, na ínfima esperança de confortar um coração que padece do mesmo mal que o nosso.
Dei por mim perdida nas palavras e nas memórias a dizer a outro coração partido que devia pesar tudo, e antever tudo o que poderia acontecer e dei-lhe o meu exemplo.
Eu sofri durante dias e semanas pela dor do bem perdido mas se o Amor viesse ter comigo, e me pedisse para entrar dentro do meu peito eu trancava-lhe a porta. Perguntaram-me porquê, e eu disse que tinha plena noção de que nunca mais conseguiria aceitar aquela pessoa, não pelo mal que me fez ao rasgar-me o peito, mas porque a nossa relação nunca mais seria a mesma, seria assombrada e compadecida de males que arrastaria do passado.
A nossa relação tornar-se-ia numa totalmente diferente, e não na que eu queria de verdade.
Para além de saber perdoar, é preciso viver com o perdão e é preciso aceitar que aquilo tudo (as dores, os males, as lágrimas, os enjoos, as olheiras das noites não dormidas) fica no passado e quem nos fez aquilo deixa, de ter culpa ou responsabilidade.
Eu sei que não conseguia perdoar e foi por me ter apercebido disso à cerca de um mês que as coisas, começaram a diluir-se.
Perguntaram-me o que é que eu havia feito com o sentimento, com o amor reprimido, com a dor enclausurada e eu disse a esse coração partido:
«Não pára de doer, não desaparece, mas, eventualmente, acaba por não pesar tanto no peito, acaba por se adaptar a ti como uma cicatriz que cresce sobre uma ferida ensanguentada. O amor...bom, isso depende do caso.»
"E qual é o teu caso? É como o meu?"
«Não.» respondi, « O meu caso não é o mesmo que o teu. O que eu fiz foi aperceber-me que, a pessoa pela qual chorava já não existia, perdeu-se algures do tempo.O Xuxu morreu, e a pessoa que existe perante a imagem dele não é a que eu amo, por isso, é como estar de luto, tens de te despedir da pessoa que perdeste
"Acreditas mesmo nisso?"
«Acredito. Acredito mesmo»
Pior do que saber perdoar e acarretar o que isso implica é perdoarmo-nos a nós próprios por não conseguirmos perdoar o outro.
Estou tão habituada
a perder as pessoas que amo
que aceitar a despedida
tornou-se também
num hábito.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

Caixa de entrada

O meu telemóvel tem cerca de 1500 sms na caixa de entrada. Memórias. Metade destes sms são memórias que vou apagando, de tempo a tempo, conforme o coração deixa (às vezes quero apagar mas não consigo, os dedos não deixam).
Hoje percorri a caixa de entrada e apaguei cerca de 40 sms. "Bom dia xuxu", "Liebe dich", "Saudades"...>umas atrás das outras, até que encontrei esta, uma das quase fatais,uma do quase dia quase fatal: " Eu estou despedaçado...Eu só tenho um medo enorme de voltar a fazer merda inconscientemente e não aguentar mais uma subida aos céus e a queda...Pára de dizer que tudo depende de mim. Tu não imaginas o quanto já chorei hoje, o quanto eu me sinto o maior cabrão de sempre...Faz-me um favor e dá-me espaço. Não me mandes sms. Eu estou literalmente a sufocar de saudades."
Lembro-me que na altura pensei que eras um fraco, um derrotista. Agora...
...agora não sei.
It doesn't make me cry but it still hurts

quinta-feira, janeiro 21, 2010

"... Love it's just chemicals"

«Ele fez um brinde a ti por seres uma pessoa muito importante para ele»
Obrigada.
Agora sim,
sinto-me MUITO melhor!

domingo, janeiro 17, 2010

Horas Trocadas

Ando com as horas trocadas.
Dormir nunca se avizinhou tarefa fácil para mim.
Desde medos, a pesadelos, a insónias, dormir nunca foi mesmo o meu forte.
Mas eu gosto de dormir, aliás, eu tenho saudades de dormir. Não deste dormir em que ando mas daquele dormir que eu tinha em criança onde os monstros se trancavam num caixote bem fundo.
O problema agora está nos monstros. Agora eles são reais e por isso não os consigo trancar num caixote bem fundo.
Ando com as horas trocadas.
Dormir nunca se avizinhou tarefa fácil para mim
.
O que me vale é que já me habituei a dormir cerca de 6horas por dia sem que ninguém dê por isso.

...

Hoje sonhei (voltei a sonhar) com o outro mas não é isso que importa.
O que importa é que nem no sonho, nem quando acordei, haviam lágrimas a escorrer-me pelas faces. (Parece que o tempo sutura melhor que qualquer médico).
Hoje também sonhei com o Zé Pipoca (o Zé Milho dos Dzrt).
Vejam lá que ele disse que se lembrava de mim de um casting qualquer (não sei qual porque eu nunca fui a nenhum, e a culpa disso é de andar com as horas trocadas.)

domingo, janeiro 10, 2010

Mundos

Existem dois mundos.
Existe o meu mundo, o mundo que eu conheço.
No meu mundo tenho os dois meus melhores amigos, tenho a minha vida, tenho a faculdade, tenho as aulas, tenho os exames, tenho a minha mãe, tenho a perda que ele me deixou, e tenho todas as pessoas que irredemiavelmente perdi quando o perdi a ele.
Depois disto tudo existe o outro mundo.
Depois disto tudo existes tu.
Aqui não há faculdade, não há exames, não há aulas. Há um pouco da minha mãe, dos meus melhores amigos e um pouco daquele sentimento de perda, e só há porque quando estou neste mundo faço questão de não me desligar totalmente do outro.
Neste mundo os dias parecem ser arrancados do calendário, parecem acontecer numa linha temporal paralela à minha vida.
Neste mundo onde tu existes a minha vida não parece existir (pelo menos como a conheço) e eu não me importo.
E não me importo porque no mundo onde tu existes, eu também existo, o nós também começa a existir, e sabe bem.

terça-feira, janeiro 05, 2010

És conhecida como o tremoço

Hoje tinha mesmo de ir à faculdade.
Expirava o prazo de um livro que requisitei e precisa de o ir renovar.
É incrível como até em férias a faculdade está atulhada de pessoas, de pessoas conhecidas, de colegas, de caras de cu.
Eu hoje tinha pressa, não me queria demorar, faculdade em férias causa-me alergias (e essas já tenho "graças" a certos seres) mas para onde quer que me virasse alguém me acenava, alguém me sorria, alguém vinha ter comigo. Isto para quem tem pressa torna-se muito cansativo, acreditem, mas o pior não foi ter de cumprimentar imensas pessoas e falar da mesma coisa com todas elas, o pior foi estar na fila para o balcão da biblioteca e de repente olhar pelo canto do olho e ver o padrinho do outro a olhar para mim de cima a baixo.
ODEIO estas coisas. Parece que olham para mim a pensar "Eh lá, esta não está caída num canto por causa do outro?", ou então pior...
Não é trauma nem perseguição da minha parte, infelizmente.
É verídico. Há pessoas que não são sequer minhas amigas, que nunca falam comigo, mas que para saber da minha vida com o outro, ou melhor, do que "restou" da minha vida sem o outro, vêm falar comigo como se fossem pessoas muito chegadas, e quando me vêem, claro, olham para mim como abutres à espera de um sinal de definhamento para atacarem.
Imaginem como não será o abutre se ele for amigo do outro.

O outro costumava dizer-me: "És conhecida como o tremoço".
Agora sim acredito.

quarta-feira, dezembro 30, 2009

2009

Nunca pensei que 2009 fosse assim como foi (a sério nunca pensei mesmo).
Nunca tive o hábito de fazer uma retrospectiva dos meses que tinham passado ao longo do ano, simplesmente sempre me foquei naquilo que realmente queria para o novo ano.
Este ano é impossível não olhar para trás...é mesmo impossível.


2009
Quando...


vesti a t-shirt de caloiro pela última vez


trajei pela primeira vez


fiz da minha casa outro país



manti-te a meu lado


embebedei-me pela primeira vez




ainda sinto esta parte de mim que é
a que faz mais parte de mim




1ª Queima das Fitas




1ª loucura na Queima das Fitas


apercebi-me que estava a estudar o que gostava


preservei e recordei amizades antigas




envolvi-me na saga (de amor) da minha juventude




fiz bons amigos sem o esperar


conheci pessoas que têm pedacinhos de sonhos como eu


descobri a verdadeira amizade ao lado
de quem me deu tanto sem pedir nada

Este ano é impossível não olhar para trás...é mesmo impossível.
Tu. Tu foste a minha perda de 2009. Tu que eras uma das coisas em que me focava para o novo ano.
O ano de 2000 foi tão penoso para mim que na altura pensei que, pior seria difícil.
Enganei-me (claro que me enganei). Nove anos depois, no mesmo mês, na mesma semana, zásssssssss, o golpe (que não foi fatal); deixaste-me na beira da estrada ao frio, ensanguentada, em delírio de dor, em exaustão, em fome, completamente sozinha.

2009...
Raios partam
2009 e bons olhos a 2010 que não vai ser pior que o ano anterior, e sabem porquê?
Porque não é possível.

domingo, dezembro 27, 2009

Breed in captivity

Ontem as horas voaram como não voavam há muito tempo.
Voltei lá. Voltei a Gaia.
Só por uns escassos minutos é que recordei aquela dispensa, as minhas lágrimas, a tua fuga, o meu abandono, a tua traição, a minha ilusão.
Foram só escassos minutos, e para quem aprendeu a viver com horas dessas memórias, foi um alívio.
Ontem dei o segundo passo em frente desde Outubro.
O primeiro passo foi-me forçado pela lógica, pelo meu próprio bem estar. Levantar-me todos os dias, ir à faculdade, conseguir que a mente não divagasse por ti durante as aulas, comer o que me era necessário para me aguentar, fazer toda a minha vida como se tu não tivesses partido, ignorar a dor que me rasgava o peito.
Ontem dei o segundo passo em frente desde Outubro e as horas voaram como não voavam há muito tempo.
E não soube mal, e não custou.

sexta-feira, dezembro 25, 2009

Gostava mesmo de saber como é que te vais sentir

Acabou.
Tal como veio também se foi.
Não dei por ele a chegar nem por ele a ir.
Acabou hoje o Natal.

Amanhã vais viajar.
Amanhã vais voltar ao país que também passou a ser o meu.
Gostava de saber como é que te vais sentir quando entrares naquele quarto.
Gostava de saber como é que te vais sentir quando te deitares naquela cama.
Gostava de saber como é que te vais sentir quando comeres aqueles gelados que partilhámos, mas acima de tudo, gostava de saber como é que te vais sentir quando as pessoas que gostam de ti te perguntarem por mim.
Gostava mesmo de saber como é que te vais sentir.

É a primeira vez que vais para a Alemanha e que não vais enviar-me um sms de madrugada a dizer que a viagem só seria suportável se eu fosse contigo.
É a primeira vez que vais para a Alemanha e que não vais fazer horas para me telefonar de uma cabine deserta.
É a primeira vez que vais para a Alemanha sem me fazeres a promessa ridícula de que quando voltasses íamos ser novamente felizes para sempre.
É a primeira vez que vais para a Alemanha e que eu vou sentir que não vou contigo.
É a primeira vez que vais para a Alemanha sem me levares contigo na bagagem, no pensamento, no coração...
É a primeira vez que vais para a Alemanha desde que me deixaste, gostava mesmo de saber como é que te vais sentir.

Sabes, gostava mesmo que viesses aqui e que lesses este post.
É a primeira vez que vais para a Alemanha e que eu não vou chorar de saudades só por estar a contar os dias para te ver de novo.

quinta-feira, dezembro 24, 2009

Correr na véspera de Natal

É dia 24 de Dezembro, é véspera de Natal.
Se querem saber nem me dei conta de como cheguei a este dia. Parece que acordei e, de repente, vi que o tempo tinha corrido até esta data, até à véspera de Natal.
Parece que, de um momento para o outro, os shoppings se encheram de gente, as luzes ligaram-se todas de uma vez só, as prendas apareceram embrulhadas, e as pessoas começaram a desejar-me «Feliz Natal». Parece que foi do nada.
É curioso como consigo lembrar-me tão nitidamente do Natal do ano passado, enquanto este Natal parece-me tão enevoado, tão distorcido, tão distante no tempo e na memória.

Como é que em Outubro os dias pareciam tão longos? Porque é que em Outubro as horas custavam tanto a passar, porque é que em Outubro parecia que o Tempo tinha me declarado uma guerra fria de 100 anos?
Como é que dos dias intermináveis de Outubro cheguei a fins de Dezembro, sem ter a noção de que o tempo passara?
O tempo andou, passou, correu pela linha da temporalidade.
Em Outubro, contava os grãos do tempo, como se ele me fosse dar alguma coisa depois de passar.
Depois de Outubro,( não sei se em Novembro, se em Dezembro, ou noutra parte do tempo ), deixei de contar os grãos, deixei de assistir à passagem do sol e da lua, deixei-me simplesmente.
Não consigo explicar como é que isto me aconteceu, nem eu própria o sei.
Para sentir o tempo, preciso de te sentir, a 100%, a 100 volts, a 24 horas.
Para sentir o tempo, preciso de te sentir e à dor, a 100%, a 100 volts, a 24 horas.
Para não sentir o tempo, não te sinto a ti, e a dor assim já é a 70%, os volts já são menos de 100, e as horas,... as horas perdem-se.

Não posso sentir-te, não posso suportar descargas eléctricas como as que suportei quando ainda sentia o tempo a passar.
Não posso acarretar com a dor ou com a angústia que me deixaste ao pender do peito.

Não posso, não posso mesmo, mas também não posso perder o Tempo, não posso perder os dias, nem as estações, nem as horas, tal como perdi durante este Tempo.

Não me dei conta. Parece que acordei e, de repente, vi que o tempo tinha corrido até esta data, até à véspera de Natal, até ao dia de hoje.
Não posso voltar a acordar e aperceber-me de que o tempo passou sem que eu desse conta.
Não posso.
É dia 24 de Dezembro, é véspera de Natal ( mesmo que eu não tenha dado conta ).
Tenho de correr para apanhar o último autocarro do Tempo que passa hoje, véspera de Natal.

terça-feira, dezembro 22, 2009

Feliz Natal

Quero desejar um Feliz Natal a todos "vós".
Começo por mandar os meus votos a todos vocês, meus visitantes anónimos. Adoraria poder agradecer em particular porque sei que alguns de vocês até são colegas meus, mas para isso, têm de se identificar, e deixar comments.
Continuo o meu envio de votos para a Teresa do Ematejoca de quem infelizmente não tenho tido notícias, para a Fátima do Contracena que espero ver em breve na blogosfera, para a Sofia do Dustland F. que eu gosto muitoooooo, e a todos os outros seguidores, um Feliz Natal!
Depois, assim um grande Feliz Natal à M. do The sun is almost rising que nestas últimas semanas tem sido uma verdadeira ouvinte/leitora cibernética e outro grande Feliz Natal ao anónimo que não é a salomé porque se tornou num bom amigo.
Não posso deixar de mandar um enorme Feliz Natal ao Zé, o meu melhor amigo, que no meio de tanto estudo conseguiu continuar a preencher aquele espaço que é só dele, e claro, um enorme Feliz Natal há pessoa que ainda hoje me disse que me partia os dentes por causa de eu ainda falar em ti, porque ela, a Salomé, a minha melhor amiga, tornou mais suportável estes últimos meses.
Feliz Natal
Depois de pensar se te mandava um Feliz Natal ou não, lá resolvi mandar-te a sms, e tu perguntas-me quem eu sou como se não soubesses o meu número.
Continuo a não perceber porque é que depois de mais de dois meses ainda tens a necessidade em magoar-me.

segunda-feira, dezembro 21, 2009

Compras de Natal


Wowwwwww
ROCK IN RIO!
Comprei hoje o meu kit de Natal Rock in Rio,
o bilhete e a t-shirt já ninguém me tira.
Agora só tenho de esperar e escolher o dia para rockar.

Hoje passei o dia inteiro a fazer compras de Natal com os meus dois melhores amigos.
Claro que não consegui comprar tudo, nem coisa que se aproxime a isso.
Ainda me faltam muitas prendas, curiosamente, as mais especiais, as mais preciosas.
Claro que passar o dia inteiro a fazer compras de Natal possibilita inúmeros encontros, e claro, hoje encontrei imensas pessoas, todas elas de fases diferentes da minha vida, umas mais chegadas do que as outras. Até encontrei um "famoso" que estava atrás de mim a pagar as suas prendas de Natal. Ao todo, encontrei cerca de 20 pessoas.
A única pessoa que eu queria encontrar ( queria? claro que queria, mesmo que depois passasse a noite toda a tremer, enjoada, e com aquela dor no peito que me dá um choque sempre que inspiro ou expiro ) não encontrei.

Ainda tirei uma foto com o Pai Natal de serviço de uns dos Shoppings que visitei e, enquanto o flash me cegava e a fotógrafa dizia que tinha ficado de olhos fechados, o meu coração bombeou com as forças que ainda encontra (sabe se lá onde), um sinal para aquele homem que, traz alegria ao Mundo, pedindo-lhe aquilo o que mais desejo neste Natal.
Tu.
( não o Tu de hoje nem de ontem, mas o Tu que me amava e que não pode ter morrido, não ainda, porque o meu coração ainda bate a um ritmo uno com o teu, e para isso, é porque Tu ainda não morreste )

E eu terminei este post, e tu entraste na internet.
Tu ainda não morreste mesmo.

domingo, dezembro 20, 2009

Lembraste?


Brittany Murphy morreu hoje aos 32 anos na sequência de uma paragem cardíaca.
A actriz ficou célebre pela sua participação em filmes como «8 Mile», «Sin City - A Cidade do Pecado» e «Casados de Fresco».

*Lembraste? Eu pedi-te para veres este filme comigo, tu alugaste-o, vimo-lo enquanto estávamos na Alemanha e tu disseste me que nós íamos ser como eles...que no fim, acabávamos por ficar juntos, para sempre.
A tua promessa morreu...tal como a actriz.

Nightmares


Nightmares...
Make them stop please.
It hurts.

-"Oh Rita, não me digas que vais deixar que ele, depois de fazer o que te fez, ainda vais deixar que te estrague o Natal que tu gostas tanto."
- É a magia...eu não a consigo encontrar.
-"Tens de fazer um esforço."
-Oh (...), Deus sabe o esforço que eu faço todos os dias sempre que me levanto.

sábado, dezembro 19, 2009

Let her hate, Let her hate, Let her hate

Conseguiste arruinar aquilo que seriam as épocas felizes da minha vida este ano.
Primeiro o meu aniversário, agora o Natal.
Nem as luzes, nem os enfeites, nem mesmo as músicas de Natal conseguem devolver-me o espírito natalício que tu me roubaste.
Odeio-te.
Odeio-te por me tirares o que para além de ti ainda me fazia sentir viva.
Odeio-te porque ainda te amo e por te amar odeio-te...odeio-te por isso.





Acabei de votar no New Moon para melhor filme de 2009.

Orais e Marginais

Última aula de Orais e Marginais:

« Como casal conseguiam tudo. Quando separados os louros vão para ele. Mas não faz sentido. Ele não é nada sem ela, certo?»
Certo...


Até vou ter saudades do Eiras
O primeiro semestre já foi

quinta-feira, dezembro 17, 2009

Parece impossível

Parecia quase impossível mas olhem, é 5ª feira, aquela agenda louca de exames e trabalhos chega ao fim amanhã e por mais incrível que pareça, consegui fazer tudo - sim, ontem deitei-me eram 3h e meia da manhã, mas está tudo feito.
Ainda vou dar uma aulinha amanhã, ainda tenho de decorar o que tenho de dizer, mas a pesquisa e o material está feito e reunido.
...
Parece impossível e é.
Vinha nas escadas rolantes do metro, completamente engolida por uma conversa e bastou o som de umas rodas de uma mala de viagem rasparem no chão para imediatamente me lembrar da última vez que peguei na minha mala de viagem.
Foi contigo.
Bastou um som, bastou um ruído para reviver num segundo uma viagem de dias.
Bastou um som para eu sentir o buraco que me deixaste no peito.
Não faz sentido falar em lembrar quando em causa está algo que não se esquece.
É como ter uma ferida aberta, a sangue frio.
Eu não preciso que me façam pressão sobre ela para que me doa...eu sinto-lhe a dor à mesma.

quarta-feira, dezembro 16, 2009

Writing (you/ me) off

I'm living in the past and somehow no one have brought me back ( yet )
Don't Write Me Off
( Oh,
you've already done it...)