e a primeira coisa em que pensamos não é no filme.
quinta-feira, agosto 23, 2012
sábado, novembro 13, 2010
Não me devolvas os laços
A verdade é que não sei se fingi ou se não sabia mesmo (de ti).
Há uma grande diferença entre sabermos de alguém porque essa pessoa está em contacto connosco e entre sabermos de alguém por mera coincidência e por meras partilhas como a mesma cidade, as mesmas ruas e algumas das mesmas pessoas.
A verdade é que se não sei se fingi, ou se não sabia mesmo (de ti) é porque,
efectivamente, já não penso. Deixei-me desse luxo, deixei o pensar para quem se importa.
Afinal, já nem me importa saber se, quando me perguntaram por ti, fingi (ou não) que não sabia (de ti).
terça-feira, março 23, 2010
Canção de madrugar
Quando ando pelas ruas da saudade...
Então
nem choros, nem medos,
nem uivos, nem gritos,
nem pedras, nem facas,
nem fomes, nem secas,
nem feras, nem ferros,
nem farpas, nem farsas,
nem forcas, nem gardos,
nem dardos, nem terras,
nem MAL.
domingo, janeiro 10, 2010
Mundos
Existe o meu mundo, o mundo que eu conheço.
No meu mundo tenho os dois meus melhores amigos, tenho a minha vida, tenho a faculdade, tenho as aulas, tenho os exames, tenho a minha mãe, tenho a perda que ele me deixou, e tenho todas as pessoas que irredemiavelmente perdi quando o perdi a ele.
Depois disto tudo existe o outro mundo.
Depois disto tudo existes tu.
Aqui não há faculdade, não há exames, não há aulas. Há um pouco da minha mãe, dos meus melhores amigos e um pouco daquele sentimento de perda, e só há porque quando estou neste mundo faço questão de não me desligar totalmente do outro.
Neste mundo os dias parecem ser arrancados do calendário, parecem acontecer numa linha temporal paralela à minha vida.
Neste mundo onde tu existes a minha vida não parece existir (pelo menos como a conheço) e eu não me importo.
E não me importo porque no mundo onde tu existes, eu também existo, o nós também começa a existir, e sabe bem.
quinta-feira, dezembro 10, 2009
Percepções
apercebi-me que não te vejo
há muito tempo...
apercebi-me que agora só te vou voltar a ver
para o ano...
apercebi-me da tua falta.
apercebi-me que já não sei como me sentir.
quarta-feira, novembro 11, 2009
Quotidiano
sexta-feira, outubro 02, 2009
O estudo da evolução da espécie humana sofre hoje uma nova reviravolta com a divulgação de pesquisas que detalham a descoberta de um novo primata, o mais próximo do elo entre o homem e o macaco alguma vez já encontrado.
O Ardipithecus ramidus, que significa "raiz dos macacos do chão" e foi apelidado de Ardi. Este primata torna o surgimento da espécie humana recuar mais de 1 milhão de anos. Este estudo foi reaproveitado desde os cientistas que haviam descoberto vários fragmentos do fósseis entre 1992 e 1994 onde hoje é a Etiópia e por longos 17 anos, debruçaram-se sobre o material recolhido, comparando-o com diversos espécimes de primatas.
A análise do crânio, dos dentes, da pélvis, das mãos, dos pés e de outros ossos de Ardi levaram os cientistas a deduzir que, em vida, se tratava de uma fêmea bípede, que pesava 50 quilos e media 1,20 metro. Até a descoberta de Ardi, o elo mais antigo conhecido da evolução do homem era um "homem-macaco" bípede dotado de um pequeno cérebro e que viveu entre 1 milhão e 4 milhões de anos atrás.
quarta-feira, setembro 30, 2009
No cu da galinha
quarta-feira, setembro 23, 2009
No Regrets
Where we all change
And we'd live our lives together
And not enstranged
You didn't have the time
So I softly slip away...
Then it passes by me and
We think of Someone else instead
I guess the love we once had is
Officially dead
* Nada mais podia expressar melhor este sentimento.
**Ainda há coisas puras e certas nesta vida.




