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quarta-feira, julho 30, 2014

Reparar um coração como uma velha torradeira:

"Reparar é salvar. Reparar é guardar. Reparar é respeitar o que se comprou. Reparar é nadar, ir e remar contra a maré. Reparar é sublime. Reparar é a lealdade forreta que reside em todos os nossos egoísmos e esquemas de não gastar. Reviva!
MEC


- Repara-me, coração, e (re)vive.

quinta-feira, maio 01, 2014

Do novo livro do MEC (que já está encomendado):

O amor é um castigo, é um desespero, é um medo.
O amor vai contra todos os nossos instintos de sobrevivência.
Instiga-nos a cometer loucuras. Instiga-nos a comprometermo-nos. Obriga-nos a cumprir promessas que não somos capazes de cumprir. Mas cumprimos.

quarta-feira, janeiro 15, 2014

Do mais genial e bonito que já li:


« Pode haver muitas razões, muito racionais, para andarmos a matar pombos e gaivotas, mas não há desculpa. O controlo populacional dos ecologistas tem o saber eugénico das práticas nazis. O céu português, lembrando Alexandre O´Neill, é desenhado de pombos e gaivotas. Os pombos trazem o campo à cidade. As gaivotas trazem o mar à terra. Unem o céu ao chão. (...) Na cidade fechada, os pombos são janelas de liberdade. Na costa finita, as gaivotas são pontes até ao mar. (...)
Matar animais sem justificação humana (...) é a maior das crueldades (...) - quero lá saber se o champô arde nos olhos, se não há bifes para ninguém, ou se simplesmente a caça é proibida - mas a exterminação ecológica parece-me a mais sinistra. (...)
Por mim, as gaivotas são a alegria das Berlengas, e não há em Lisboa nem pombos nem gatos que cheguem. Quero que as estátuas e as fachadas dos monumentos se lixem. Limpem-nas. Ou será mais difícil limpar que matar? É sempre mais fácil escolher a morte. (...)
Pobres gaivotas. Pobres pombas. Pobre país.»

Eu não diria melhor.
- Explicações de Português Explicadas Outra Vez, Matar, MEC

quarta-feira, dezembro 25, 2013

Do que se lê:

«O amor é banal. É por isso que é tão bonito. O que se quer da pessoa amada: antes que ela nos ame também, é que ela seja feliz, que seja saudável, que tudo lhe corra bem. Embora se saiba que o mundo não o permite, passa-se por cima da realidade, do raciocínio do que é possível, e quer-se, e espera-se, que Deus abra, no caso dela, uma excepção.»

Explicações de Português Explicadas Outra Vez
M.E.C.

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Hoje:

Li um livro inteiro (começei-o e acabei-o).
Almoçei numa esplanada ao sol.
Senti o olhar alheio sobre mim enquanto me ria do que lia.
Enrolei-me num cobertor e tremi de frio.

quinta-feira, janeiro 20, 2011

É o que se chama:

«Dar o corpo ao manifesto».
E porquê, perguntam vocês. Fácil. Não é que a estudar para o exame de amanhã me cortei nas fotocópias?
O sangue já foi derramado. A ver vamos se foi por uma boa causa. (o que não é muito provável visto que não sei praticamente nada, não li a obra principal da unidade curricular, e a professora não é uma banana qualquer que promova um sistema de facilitismo; muito pelo contrário, não fosse ela a Castilho.)
Porque é que me falta a etapa do comprehension?

quarta-feira, julho 28, 2010

Que o amor é fodido já eu sei

"Não. Mentias só porque eu te tinha pedido para nao mentires. Custava-te, mas lá conseguias. Esforçavas-te para contrariar a tua fraqueza, tal era a vontade de me enganar e desiludir.(...) Tinhas de me mentir, para eu nunca saber nada, julgando que sabia..."

Ler assim é que sabe bem. Sem ser por obrigação ou por dever.
Ler por gosto e ler por expressão.

segunda-feira, junho 14, 2010

Morrison, Kingston, Salinger, Auster e os critícos ranhosos

Uma mula a olhar para um castelo. Foi assim que me senti quando li a primeira vez uma das perguntas do exame (com direito a excertos críticos vejam só a categoria).
Relacionar espaço e memória em Holden de Salinger com Mr. Blank de Auster - de uma maneira muito sucinta e simples era isto uma das minha perguntas do exame (pena depois as criticas em inglês de uns ranhosos estudiosos para relacionar com a resposta). Conclusão, a Rita passou a frente (porque o exame também tinha outra questão muito trabalhosa que deu direito a duas páginas escritas a letra miudinha), e quando voltou a esta pergunta faltavam cinco minutos para terminar o exame, mais os quinze de tolerância. Por isso, a Rita escreveu, dissertou página e meia, mais ou menos, sobre isto. Foi mais palha que outra coisa, foi meter à força todas as palavras que o Professor mais repetiu durante as aulas.
Conclusão conclusiva: Das três UMA.
- Vou reprovar (infelizmente as hipóteses recaem mais sobre esta realidade)
- Vou passar à rasquinha (assim um dez muito mixurucu)
- Vou ter uma sorte como nunca tive na vida e vou ter um quatorze ou um quinze porque o Professor não tinha os óculos quando leu a minha resposta (resposta com palha, do género:« A são verdes, logo verdes são A», entendem?, a lógica da batata).

Veja-se: A dificuldade do exame não era pouca mas não era impossível. Com tempo, a coisa fazia-se, e fazia-se bem. Mas duas horas não dá para pensar, rascunhar e escrever mais de 4 páginas. Não dá. Quando os exames de literatura forem de 3horas, mais meia hora de tolerância, podem ter a certeza que não ia precisar de palha só para não deixar uma questão em branco (que até vale metade do exame, 10 valores).

domingo, junho 13, 2010

BooKarrier


Querem uma novidade?
Vou estudar que amanhã tenho exame (Literatura Norte Americana Pós Romance 1945).
E o pior é que vão sair as quatro obras principais (imaginem, Salinger, Toni Morrison, Maxime Hong Kinston, e Paul Auster). Venha o Mafarrico e escolha . (Ah não pode escolher que o exame é sobre T-U-D-O)

quinta-feira, abril 22, 2010

É pro menino e pra menina

É para todos.
Os que gostam, os que não gostam,
os que lêem porque vieram aqui parar por acaso,
os que lêem porque querem saber da minha vida,
os que lêem porque se preocupam comigo.

Saibam todos que eu não acreditei.

segunda-feira, março 22, 2010

Não há estrelas no céu, mas há livros


«Olá, eu sou a Rita e tenho mais de
uma dezena de livros para ler.
Aceita-se ajuda.
Contacte o website
»

Este podia ser perfeitamente um anúncio de jornal colocado por mim.
Eu juro que vou ler duas obras (e que obras) na íntegra e em inglês nas férias da Páscoa
(e agora vocês pensam, "Eiiii, tanto tempo", não, são só uns cinco dias).
Se tiver de usar óculos faço um escândalo a cada um dos meus professores.
Vocês pensam: "Só te queixas, não leias, é contigo" e eu respondo:
"Tenho de ler senão tenho de faltar às aulas
( como aconteceu hoje a literatura norte-americana)
porque os meus ricos professores fazem perguntas sobre os livros,
e quem não lê é l-i-t-e-r-a-l-m-e-n-t-e ostracizado
."

«Parece que o mundo inteiro
se uniu p'ra me tramar
...
(Só me apetece fugir)»

quinta-feira, março 04, 2010

Livros + Livros

Os meus professores querem que eu leia.
Querem que eu leia autores, biografias, obras, estudos das obras, ensaios sobre as obras e sabe-se lá mais o quê.
O problema é que eu tenho 90% de cadeiras onde dou literatura, e estes professores esquecem-se que tenho outras cadeiras para além das deles ( cadeiras essas que também são de literatura).
Eu ainda estou no processo de arranjar os livros, fará lê-los a todos!
Pior do que ter de ler todas as resmas de folhas que me dão de aula para aula é fazer contas à vida e ver o dinheiro que ando a gastar em livros, ensaios e biografias que nunca mais na vida vão ser utilizados.
É a vida académica e eu que a ature!

Há duas frases que não me saiem da cabeça
(só não vos posso contar é o porquê)
" Eu tji quero só pra mim
Como as ondas são do mar
..."

terça-feira, janeiro 12, 2010

Even so, I brought the sun into my eyes

Vim agora falar com o Eiras por causa do meu trabalho de Orais e Marginais.

AINDA BEM que o senhor me deixou reformular o trabalho... « excesso de criatividade e especulações...» não pode ser. Tem de ser ciêntifico e objectivo (olhem logo com quem).
Não sei porquê mas ando com a sensação de que vou reprovar a tudo TUDO T-U-D-O.
Quinta-feira tenho exame de literatura e cultura inglesa, tenho quatro autores para ler e um dia para fazer isso.
É nestas alturas que odeio tudo o que é livro (menos o Twilight claro).
Agora vou almoçar com outra alma penada que também vai reprovar a tudo - é ele que diz, não sou eu (credo, ao menos fazemos companhia um ao outro enquanto estivermos a repetir as cadeiras!)
Mas também se não fossem estas coisas, a faculdade não tinha tanta piada.

Hoje de tarde vou estudar Literatura Inglesa! LEIAM o que vos digo.
"You'll follow me back
With the Sun into my eyes
And on your own
Bedshaped
and legs made of stone"

sexta-feira, janeiro 01, 2010

Rough January

Pronto, dia 1 de Janeiro de 2010 chegou e olhem as delícias que tenho "preparadas" para os próximos e próximos dias:
"Utopia" de Thomas More, " The poetry of Allusion" e obra poética de Alexander Pope, Poemas de William Blake, "MacBeth" de Shakespear, "The Deportees" de Doyle, "Águas doces, Águas salgadas" e os cancioneiros de Literatura Medieval, e ainda anásiles textuais atravês da "Psicanálise" de Freud, Vladimir Proop, Junge, e Betlehein (sinceramente nem tenho a certeza se é assim que se escreve o nome do senhor, mas como podem ver, esse não é de todo o meu maior problema).
Se tiver de usar óculos depois de ler isto tudo vos G-A-R-A-N-T-O que escrevo uma carta de reclamação ao meu director de curso.
Não me apetece nada nada nada ler estas coisas...mas os próximos dias e os dias próximos terão de ser mesmo dedicados a estas delícias. Agora estou com o irlandês do Doyle; é muito interessante ler "Jaysis" nas vezes de "Jesus" mas uma pessoa habitua-se (que remédio).
Peço-vos, não me venham com propostas aliciantes de saídas, cafés ou compras que eu corro o sério risco de as aceitar (o que não pode/deve acontecer) - esperem aí, há uma grande diferença entre poder e dever! Hmmmm
2010 it's for humanoid reactions,Jaysis

sábado, agosto 22, 2009

Sugestão de fim-de-semana

Porque ontem foi sexta-feira, e porque hoje é sábado, não podia deixar de vos dar a minha sugestão para o fim-de-semana.

Falo por experiência própria.
O vício que vos falei no último post aguçou-se em mim de uma maneira que não acontece muitas vezes.
TWILIGHT, a história de um amor irracional e impossível, espalhou-se pelo mundo e gerou uma saga.
NEW MOON é o nome que lhe sucede e que estará no dia 20 de Novembro deste ano nas nossas salas de cinema.
Como ainda falta um tempinho, faça como eu, e renda-se aos livros que deram vida aos filmes no cinema.

*Eu comecei-o ontem ao fim da tarde, e controlo-me para o ler o mais pausadamente possível, mas tamanho é o vício que já vou a mais de meio dele.