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quarta-feira, junho 01, 2016

Do que se passou:

Quando recusamos uma proposta de trabalho, daqueles de meter inveja.
(Mas o dinheiro não é tudo, e a nossa cidade,
os nossos, e o tempo, valem mais do que quatro dígitos).

quarta-feira, maio 02, 2012

Decisões difíceis:


Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio .Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio .Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio.Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. Rock in Rio. 

Ir ou não ir. Tic toc, tic toc, tic toc.

segunda-feira, dezembro 26, 2011

Impotência:

Chegamos aos 18 anos e uma coisa é certa: somos nós os responsáveis. Somos nós que mandamos.
Somos nós que decidimos, para o bem e para o mal.
O pior que nos podem fazer é tirarem-nos o poder de decisão.
É decidirem por eles e por nós. É optarem pelo que nós não optaríamos. Tornando-nos impotentes. Vítimas das decisões alheias.
Eu quero arrepender-me das minhas decisões, não das decisões dos outros, que infelizmente, decidem a minha vida.

quinta-feira, março 10, 2011

S.O.S alert

Fazer Mestrado
(Que Mestrado?)
Não Fazer Mestrado
Ficar em Portugal
Sair de Portugal
Ficar longe de uns
Ficar longe de outros


Se eu tivesse uma moeda por cada dúvida que tenho estava rica...

segunda-feira, janeiro 10, 2011

É isso mesmo

Vou fazer uma lista do que quero e vou fazer em 2011.

(Ontem)
Rita: Sabes mãe, este ano vou tirar a carta.
Depois logo penso no carro
.
Mãe: Andas a dizer isso há mais de um ano.
...

domingo, janeiro 02, 2011

Dá-me sempre para isto

Na altura dos exames dá-me sempre para ir ver os mestrados da faculdade: ler as saídas profissionais, os alunos admitidos, os créditos, as parcerias, os graus dos licenciados...pois bem, cada tiro cada melro. Falta menos de um ano e não há nenhum que seja a minha cara.
Não sei que faça, não sei que diga, não sei que pense!

sábado, julho 10, 2010

Sempre que se ouve o Fado

Eu gosto muito do nosso país.
Gosto das gentes que vivem nas terras lusitanas. Gentes da terra, da coragem, da audácia, do acolhimento.
Gosto da nossa comida. Colorida, variada, que enche os pratos e que é servida por mais de um acompanhamento (porque come-se arroz com batatas). Gosto de dizer que sou do país do Fado. Gosto do tempo que cá faz. Gosto que a minha voz fumegue com o frio no Natal e gosto de morrer de calor no pico do Verão. Gosto da nossa língua e de esta ser considerada das mais difíceis de aprender devido ao leque vocabular e há extensa flexão verbal e nominal existentes.
E orgulho-me da nossa história, dos nossos escritores, dos nossos cineastas, dos nossos músicos, e até de algumas das politiquices que se vão fazendo (como a igualdade e liberdade de escolha dos parceiros sexuais).
Filha de portugueses, neta de portugueses, bisneta de portugueses, sobrinha de portugueses, prima de portugueses, vizinha de portugueses, tenho todos os motivos e mais algum para querer acabar os meus dias numa quinta p'ro Douro a olhar pelo mirante para o horizonte como já fiz aos 16, aos 17 e aos 18 anos de idade.
Todos os motivos e mais algum são os que eu tenho mas a verdade é que se o meu Biscoito não existisse, eu já não estaria a ouvir fados nem os pregões das peixeiras.
Estava sim em qualquer parte da Europa a fazer Erasmus, longe do zé povinho e mergulhada noutra cultura e noutras gentes.
Eu gosto muito do meu país e de tudo o que ele tem de bom e de mau, como uma mãe que ama os seus filhos pelos seus defeitos e virtudes, mas se eu pudesse, metia o Biscoito numa cesta, despedia-me com um até já da minha mãe, do meu Zé, e da Salomé, e mudava-me.
Porque há uns tempos para cá, eu já não me sinto por aqui.

segunda-feira, junho 07, 2010

Tragédias

Na abertura do telejornal a minha mãe disse alguma coisa como "espero que não haja mais nenhuma notícia sobre um afogamento". Eu perguntei-lhe "quem é que morreu?" e ela contou-me.
Ontem no rio Douro, um casal estava a passear num barquinho e um dos remos caiu à água.
O rapaz como não conseguiu alcançá-lo com a mão, atirou-se para dentro de água mas não sabia nadar... A namorada/companheira ainda tirou o colete salva-vidas que trazia vestido e atirou-lho, mas o namorado/companheiro não o conseguiu alcançar e acabou por morrer afogado.
Durante a tragédia a rapariga gritou tanto tal era a sua aflição que alguns populares que estavam num areal próximo ouviram a tragédia.
Que HORROR.
Questionei logo a minha mãe sobre a atitude da rapariga. Ver a pessoa que amava a afogar-se e não se atirou à água????? ...
Caramba. Eu já não amo o meu ex-namorado mas se o visse a afogar podem ter a certeza que me atirava à água para o tentar salvar.
Não me perguntem porquê mas atirava-me. Não percebo é porque é que ela não se atirou.

segunda-feira, maio 03, 2010

-Apagar a pasta de itens enviados?

A minha caixa de mensagens enviadas tem de ser diariamente esvaziada senão a memória do telemóvel não aguenta.
Ontem ia fazer o mesmo de sempre. Apagar cerca de 200 sms do dia e deixar aqueles na caixa.
A caixa de mensagens enviadas rondava os 376 sms, o que fazia com que eu tivesse de apagar manualmente, uma por uma, cerca de 300 sms, só para salvar aqueles.
Pela primeira vez não me dei ao trabalho. Desta vez, apaguei a caixa toda e aqueles sms desapareceram.

sábado, abril 10, 2010

Solarenga

A maior parte de vocês vai gozar comigo quando vos contar onde passei o dia de hoje.
Hoje, dia 10 de Abril de 2010, sábado, eu fui para a praia.
Hoje eu fui à água. Hoje eu apanhei um escaldão (esta parte é que era muito dispensável).
Hoje esteve um dia excelente de praia como não estão alguns dias em pleno Verão.
Amanhã vou outra vez para a praia (com cuidados redobrados) e até sou capaz de mergulhar como um peixinho (como eu gosto tanto de fazer).

Entretanto resolvi a minha vida, ou pelo menos 2% dela.
Não a resolvi como queria de verdade, mas as coisas não dependiam de mim (não dependiam mesmo (in)felizmente). Ainda assim não me convenci. Chamem-lhe estupidez, chamem-lhe burrice, chamem-lhe ver coisas onde elas não existem, chamem-lhe o que quiseram, mas ainda assim não me convenci.
Vale-me (ou não) não saber o que fazer, não saber para onde me virar. Uma coisa é certa...eu nunca fiquei com nada atravessado pela garganta. Eu não vivo assim.Eu não sei viver assim.

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Get around

Em Outubro decidi que, depois dos exames, ia "passear"
(arrejar a cabeça, divertir-me, sair da cidade que
me pesava na alma e conhecer outras paragens).
Esta decisão ainda está de pé.
Em princípio vou com o meu a qualquer sítio que agrade aos dois.
Os dias e o sítio estão dependentes do orçamento mas
o mais importante é conseguirmos ir.
Quero muito muito muito.
Viajar sempre foi uma coisa que me preencheu.
Vamos?


Do, ooh, ooh, ooh, ooh ya mind?
If I, II, I, I, II, I touch ya?