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terça-feira, junho 25, 2013

Do perigo das relações:

Às vezes, quando se gosta, nas malhas do jogo do amor, tem-se a tendência de se afastar a pessoa de quem queremos estar mais próximos na ânsia dessa pessoa remar junto a nós.
O perigoso deste jogo é que, por vezes, a pessoa que se afasta, fá-lo de tal forma desmedida que se torna impossível para a outra a alcançar.

segunda-feira, outubro 25, 2010

Probabilidades

Dizem as probabilidades, não me perguntem como porque isso ultrapassa-me, que as probabilidades de sermos atingidos por um relâmpago, é maior do que a de acertarmos na chave premiada do EuroMilhões (oh não, agora é que ficamos todos -ainda- mais desencorajados!).
Dizem também as probabilidades que, no que toca ao foro sentimental, as probabilidades de um sucesso amoroso em pleno século XXI é menor do que sofrermos um ataque de um animal fora do seu curso, como por exemplo, são considerados os ataques dos tubarões.
Agora, digam-me as probabilidades de eu me apaixonar duas vezes pelos indivíduos errados.
Ora como isto anda, as probabilidades são altas, mas também, quem é que se importa? Agora até já se fala, correcção, pratica-se o poliamor, que para quem não sabe é basicamente o seguinte:
 Vocês namoram com Fulano A, e o Fulano A namora convosco e namora, ao mesmo tempo e com conhecimento de ambas as partes, com a vizinha Carla. Vocês sabem, a vizinha Carla sabe, e todos são felizes a partilhar amantes, ou seja, é um homem para duas mulheres (neste exemplo,porque pode ser ao contrário), sem misturas. Depois, é só decidir  em que dias da semana namoram vocês activamente com o Fulano A, porque metade do tempo é também da vizinha Carla.

terça-feira, junho 15, 2010

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Quando alguém quer que 2+1 sejam 2

Nunca gostei da figura do outro.
Sempre me irritou, e ainda me irrita, uma terceira pessoa meter-se no meio de duas, e quem sabe, estragar ou destruir o que duas pessoas tentaram erguer.
A terceira pessoa está claramente a mais mas só ela é que não percebe isso, lá deve pensar que 2+12 na mesma.
O Jacob sempre me irritou precisamente por isso, por se meter no meio de duas pessoas que obviamente estavam destinadas a ficar juntas.
Devo-vos dizer que no segundo livro da saga Twilight eu roía-me TODA porque era só Jacob para aqui, Jacob para ali, Jacob para acolá. Era doentio. Ele era o outro mas fazia as vezes do elemento que constituía o par amoroso.
A altura que me enervou mais foi quando a Bella e o Edward casaram (finalmente) e o intrujão (do Jacob), porque não tem outro nome, ainda tenta beijá-la. Eu enquanto li essa parte só conseguia vociferar, aquilo fazia-me mal, provocava-me azia.
Mas triste é quando o outro não é uma terceira pessoa que se mete no meio de duas mas sim uma das pessoas que forma o par.
Triste é quando um dos 1+1 torna-se um.

O Jacob não ficou com a Bella, até a ajudou, mas eu continuo a não gostar dele.
Nunca gostei da figura do outro.