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segunda-feira, maio 27, 2013

Não consigo evitar:

O medo iminente de qualquer coisa má acontecer.
O pânico de acontecer o pior de todos os medos.
O meu B. partir.
E vê-lo assim, apesar de todos os esforços, não ajuda.

segunda-feira, março 14, 2011

The Walking Dead

Se na série «The Walking Dead»
os mortos fossem assim, eu não precisava de
dizer a mim própria para não ter medo porque
afinal, é "tudo a fazer de conta".

segunda-feira, outubro 18, 2010

Twitter?

Eu sei que isto assim parece o Twitter, mas estou cheia de medo.
O Biscoito não pára de miar e anda às voltas de um móvel que tenho na sala e ouve-se uns barulhos estranhos...está um bicho debaixo dele e eu não sei o que faça à minha vida!

ME-DO!

sábado, setembro 04, 2010

Ups, ai o meu ego

Eu sofro de ictiofobia e de aicmofobia.
Ainda assim, não deixo de ser adorável.
Eu até corava mas...adoro ser assim.

quarta-feira, novembro 11, 2009

Quotidiano

Há exactamente uma semana atrás, um carro patrulha da polícia, parou numa rua estreita onde eu ia trajada ( coisas da vida que acontecem em alguns dias da semana) e o agente pediu-me para parar.
Como é óbvio acatei a ordem, pensando, "Se for um polícia tarado dou um berro que os meus colegas ali em baixo ouvem con'certeza". Mas como será de esperar de um polícia, nada me levou a gritar por socorro, aliás, o polícia teve foi o cuidado de me avisar o seguinte: " Menina, a esta hora, fim da tarde, já está escuro, é perigoso andar por estas ruelas sozinha" e eu prontifiquei-me logo a dizer " Oh, muito obrigada, mas tenho colegas já aqui em baixo, não há problema".
Quando julguei que o assunto estava encerrado, o polícia advertiu-me "Muito bem, só a estou a avisar porque já está realmente escuro e nós temos recebido muitas queixas desta zona por causa de desacatos e assaltos".
Agradeci, e depois de um aceno de cabeça conjunta, continuei o meu caminho pela ruela escura.
Hoje, voltei a fazer o mesmo percurso, e voltei a ver um carro da polícia, desta vez a falar com outras pessoas. Julguei que o mesmo polícia, ou outro da mesma unidade, estivesse de novo a alertar as pessoas.
Quando cheguei "junto" dos meus - o resto daquelas pessoas que tal como eu, trajam, mesmo com frio, cansaço, dor, etccc - perguntaram-me se tinha tido problemas ao descer as ruas da faculdade até ao determinado sítio onde estávamos. Disse que não, o que era verdade, e depois soube que aparentemente, anda um sujeito a vaguear por aquelas ruelas, de muito mau aspecto, e pior, com más intenções. Parece que é agressivo, e que tentou "agarrar" - e por este termo entendam apalpões, toques, e afins - uma rapariga trajada neste mesmo dia.
Esta ruela que vos falo é junto da minha faculdade, a Faculdade de Letras da Universidade do Porto, é, aliás, junto de um parque de estacionamento da Faculdade, e ainda assim, estas coisas acontecem.
Medo pessoas, muito medo...
Ainda bem que os meus sapatos ainda têm um tacão razoável que certamente chegará para rachar a cabeça a qualquer pervertido que deambule ao inicio da noite por aqueles caminhos que tenho de atravessar.