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sábado, junho 16, 2012

sexta-feira, março 02, 2012

Em 3, 2, 1:


Beber o chá.
Pintar e secar as unhas.
Tomar um banho rápido.
Arranjar-me.
Jantar fora.
Ver o clássico.

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Sushi Time III

Um corre corre que vai ser.
Compras, café, trabalhar, trabalhar, casa,
e depois, sushi.
Quer dizer, tudo: massas, arroz, gambas, frango, cogumelos,
sushi só um pedacinho.

domingo, junho 06, 2010

Há coisas que me ultrapassam

Eu não sou uma pessoa que tenha muitos amigos e a maior parte das pessoas não se apercebe disso.
Sempre fui apologista dos "poucos mas bons", e é um facto, eu levo esta politica bem a sério.
Eu consigo contar pelos dedos de uma mão as pessoas com quem realmente posso contar, porque essas sim, são minhas amigas.
Não me interpretem mal. Eu não conheço só cerca de cinco pessoas. Eu conheço muitas pessoas, às vezes até demais. A todas essas pessoas que conheço não chamo amigos, chamo de conhecidos.
As minhas amizades simplesmente acontecem. Conheço muito boa gente que já tentou chegar-se mais a mim mas quando não acontece, simplesmente não acontece. Lá está, poucos mas bons.
Ainda assim, quando a minha vida deu uma grande volta (daquelas ainda mais vertiginosas que as das Montanhas Russas), isto trocado por miúdos, quando o meu ex-namorado se tornou ex, eu comecei por incentivo da minha melhor amiga a não olhar de lado para possíveis futuras amizades.
Nos meus curtos 19 anos de vida, sempre que um rapaz se fazia de meu "amigo" era com segundas intenções, daí o meu olhar de lado e o nariz torcido.
Fosse como fosse era óbvio que naquela altura da minha vida eu precisava de conhecer pessoas novas (e mesmo assim torci muitas vezes o nariz). Ao longo dos meses, porque estes "novos conhecidos" por algum motivo se cruzaram comigo e eu até fiz um esforço para não lhes torcer o nariz, acrescentei o leque de conhecidos com os quais se consegue ter uma conversa coerente e minimamente interessante.
Estes conhecidos não são meus amigos mas consideram-me amiga deles (e por mim, estejam à vontade).
Agora, o que me ultrapassa é alguns deles (parece que combinaram todos) insistirem em sair comigo, e querem logo ir jantar comigo a um restaurante perto da praia.

Primeiro: Não são meus amigos (aqueles dos poucos mas bons).
Segundo: Esses restaurantes são caros, e como eu não aceito que paguem porque não gosto de ficar a dever cá favores a ninguém, não vou gastar o meu rico dinheirinho que já não é muito nessas alturas.
Terceiro: Restaurantes à beira mar são para casais de namorados e eles nem sequer são meus amigos.

coisas que me ultrapassam, e esta é uma delas.

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

This time

Há cerca de meio ano que a minha máquina fotográfica avariou para minha infelicidade.
Hoje fui comprar uma nova - a viagem exigia esta aquisição!
Claro que eu tinha de aliar o útil ao agradável, e assim, comprei a máquina não só para quando for viajar para a semana, mas também para o jantarinho de amigos que hoje vamos fazer.
Entretanto, os bilhetes para a viagem já foram compradinhos, e isto de ser estudante ainda deu um descontozinho.
Também há cerca de meio ano que não comia o que comi hoje. Um swirl.
Sempre fui mais virada para os Scoops, mas por trama do tempo, habituei-me a gostar dos Swirls.
Eu comia Swirls, ou melhor, dividia-os com uma pessoa, pessoa essa com quem não vou dividir mais nada na minha vida.
Desta vez o Swirl era só de gelado de morango, não tinha cá baunilha, tinha duas vezes fruta de morango, chocolate preto e duas vezes bolacha. Inacreditavelmente e, azares dos azares, tive de escolher ananás porque a alternativa era maçã doce.

Fora coincidências (in)felizes, agora vou jogar no EuroMilhões, porque quem sabe, não virei a ficar mais excêntrica do que já sou.
Era bom, era muito bom.
Nessa altura nenhum ananás iria ser opção num My Swirl.
....
Hoje tive muitos sonhos estúpidos, parvos, sem nexo e f
oi tão bom...Acho que foi por isso que o dia até correu bem*
Vou-me por bonita (mais do que já sou, porque tenho um jantar)