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domingo, novembro 24, 2013

sábado, dezembro 29, 2012

Wish list para 2013:

Da minha wish list de 2012 ficaram três coisas por se fazer. Tudo bem. Não vem mal nenhum ao mundo até porque são coisas realizáveis num futuro próximo (2013, entenda-se).
Por isso, para 2013, espera-se:

∞  Tirar a carta de condução;
∞  Comprar a minha Canon;
 Fazer o estágio com sucesso;
Escrever a tese e entregá-la dentro dos prazos;
Ter o meu Biscoito ao meu lado e com saúde (dentro do possível);
Andar apaixonada (mais);
Viajar;
Ir a festivais e concertos;
Continuar a trabalhar na minha área;
 Fazer a diferença na vida de alguém;

segunda-feira, abril 23, 2012

Presente versus Futuro

Quem me dera que isto chegasse. Quem me dera que isto me chegasse.
Mas não. Não chega. Só o hoje não me chega. Penso sempre no amanhã.
O amanhã só deixa de ter importância quando estiver morta.

quinta-feira, março 10, 2011

S.O.S alert

Fazer Mestrado
(Que Mestrado?)
Não Fazer Mestrado
Ficar em Portugal
Sair de Portugal
Ficar longe de uns
Ficar longe de outros


Se eu tivesse uma moeda por cada dúvida que tenho estava rica...

domingo, janeiro 02, 2011

Dá-me sempre para isto

Na altura dos exames dá-me sempre para ir ver os mestrados da faculdade: ler as saídas profissionais, os alunos admitidos, os créditos, as parcerias, os graus dos licenciados...pois bem, cada tiro cada melro. Falta menos de um ano e não há nenhum que seja a minha cara.
Não sei que faça, não sei que diga, não sei que pense!

domingo, agosto 01, 2010

«Cartas sem destinatário»

Onde é que tu estás?
Procuro-te sem saber onde. Procuro-te nas centenas de caras de desconhecidos que passam por mim. Procuro-te sem te conhecer.
Onde é que tu andas?
Alongo trajectos e itinerários na esperança de nos cruzarmos, ou de, pelo menos, de me cruzar contigo. Tu não precisas de me ver, eu é que tenho de te ver a ti.
Onde é que tu paras?
Parei em festivais, em cidades que não eram a minha, em cafés que não eram os meus, em ruas que não me pertenciam, em autocarros que não me levavam a casa. Parei sob o sol escaldante, parei no nevoeiro que a manhã trazia. Parei em concertos improvisados, parei em verdes, mas tu não estavas lá. Não estavas nos festivais, não estavas nas cidades por onde passei, não estavas nos cafés, nem nas ruas, nem nos autocarros que, por não me levarem a casa, te levariam a ti. Não paraste sob o sol escaldante, deves ter preferido a sombra de uma árvore. Não paraste no nevoeiro que as manhãs têm trazido, deves ter ficado em casa. Não paraste em concertos improvisados, não paraste nos verdes porque deves ter avançado enquanto estava vermelho.

Procuro-te para te encontrar, mas se não te encontro é porque te procuro.
Parece-me, meu amor, que também terás de parar à minha procura. Se pararmos os dois enquanto os outros se movem será bem mais fácil.
Até lá, vou continuar a apanhar os autocarros que não me levam a casa, vou ficar o número de horas máximo possível na rua.
Vou continuar a comprar as roupas nas tuas cores favoritas, até descobrir quais são.

sábado, julho 31, 2010