Do que (ainda) tenho de fazer:
Refazer um trabalho em inglês de um mínimo de oito páginas;
Preencher e candidatar-me a Mestrado;
Preencher e reunir papelada para a candidatura a bolsa de estudo;
Tudo até sexta-feira.
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sábado, julho 09, 2011
domingo, julho 03, 2011
terça-feira, junho 21, 2011
terça-feira, junho 14, 2011
segunda-feira, junho 13, 2011
quarta-feira, junho 01, 2011
Primeiro: Nem devia ser legal!
Ter as tais duas frequências amanhã.
Aliás, as minhas duas únicas aulas de quinta-feira vão ser passadas em ambiente de exame.
E amanhã é, sem mais nem menos, o meu último dia de aulas da licenciatura (se tudo correr bem nos exames); e que bem que ele vai ser passado!
Sexta-feira ainda tinha uma aula mas os planos são outros, e não passam pela aula de Teatro Português.
Acontece que a Rita não vai amanhã.
Frase:
Acontece
SN (-) categoria vazia;
que a Rita não vai amanhã - (completiva)
SV
V'
V - F' - Comp. - F
SN - SV - Sadv
Art. / N - V' - V
- tentativa de esquematização de uma árvore de uma oração completiva simples (acreditem que no pc tem pouca graça, isto com papel e caneta é muito mais giro de se ver)
terça-feira, maio 31, 2011
quinta-feira, maio 26, 2011
O estrangeiro das aulas de inglês:
Alunos de Erasmus são uma realidade comum aos alunos da faculdade, especialmente na minha área, a de línguas. Eles desaparecem tal como aparecem, sem quase darmos por isso.
Em inglês há sempre mais alunos de Erasmus do que em qualquer outra cadeira o que acaba por ser giro porque já tive colegas de toda a parte do mundo.
Este ano apareceu um rapaz que, logo na primeira vez que o vi, deu-me um solavanco no coração; quer dizer, vai uma pessoa a entrar pela aula e vê de repente um rapaz, alto, loiro, cabelo comprido, magro, mal sentado na cadeira...não se faz. As parecenças são óbvias, mas o Alex (ele chama-se Alexander) é decididamente mais bonito, muito mais, para encanto de todas nós. Por curiosidade do futuro, o Alex engraçou comigo. Fala sempre comigo nas aulas, senta-se ao meu lado e faz boa conversa e eu, como boa tagarela respondo sempre, e treino o meu inglês, o que é óptimo.
A Gatisse, que também tem inglês comigo está sempre a fazer-me sinais por causa dele; ou porque ele está a olhar para mim, ou porque ele me chamou e eu não ouvi, e por aí adiante.
Hoje, quando saímos da aula de inglês e fomos almoçar, encontrámos o Alex perdido, a tentar ler em português as comidas. Começámos a ajudá-lo, explicando-lhe o que era mais ou menos cada coisa e acabamos por convidá-lo para comer connosco.
Passou-se mais do que uma hora, o almoço tornou-se numa longa conversa e o que não sabíamos uns dos outros, passámos a conhecer. No final, o Alex perguntou-me se ia há aula de terça-feira de inglês, ao que eu lhe disse que sim, ao que ele mostrou muita satisfação em sabê-lo.
A Gatisse continua a dizer-me que ele é qualquer coisa, e eu sei que é verdade (mas estes almoços e estas aulas não vão passar a mais do que são, afinal para distâncias já eu tenho a minha cota parte).
...
E que bem que ele fica vestido de preto...vocês não imaginam.
quarta-feira, maio 18, 2011
segunda-feira, maio 16, 2011
domingo, maio 15, 2011
Ultimamente:
Os meus posts têm sido ou imagens, ou fotografias ou vídeos.
Tenho três trabalhos para fazer, e por fazer entenda-se escrever. Escrever páginas cerradas, seguidas umas pelas outras, que nunca mais acabam. Por isso, perdoem a minha falta de palavras, eu que lhes sou tão devota e dedicada, tenho de as poupar.
Entretanto não vos disse que, ainda que pelo norte o calor não seja tanto como no sul, já passei pela praia e verdade seja dita, já tenho a minha corzinha, e gosto tanto de me ver com ela.
quarta-feira, abril 27, 2011
Mosquinhas mortas voltam a atacar.
Oito e meia da manhã. Já não basta a crueldade da hora, das poucas horas de sono que trago, o traje vestido que me dá um calor doentio, as janelas da sala fechadas por causa das parolas que têm medo de se constipar por uma aragem, que ainda tenho de voltar a aturar as mosquinhas mortas da fila da frente.
Eu raramente vou a Literatura Inglesa do século XVIII e XIX mas hoje era imperativo ir.
Amanhã, a aula é por minha conta e convinha ir na véspera para fazer um apanhado geral do panorama que vou enfrentar, mas adiante.
Estava eu e mais meia dúzia de desgraçados na sala à espera da professora enquanto as mosquinhas mortas da frente trocam entre si o portátil para mostrarem coisinhas que só para elas terá interesse.
No meio de portátil para aqui, portátil para ali começam a falar em inglês entre elas - como se ninguém entendesse já que estamos numa cadeira de inglês onde o português não entra.
Ridículo: " Oh look at this!", e outra " Yeh, that pic is awesome bla bla bla" até que, uma delas, a mais ridícula delas as três começa, histérica, aos gritinhos, por causa de uma imagem de um gajo qualquer do Tumbrl enquanto grita: "Oh My God!", " I can't believe this, I have no words, he's so hot...." ao que outra diz "OMG, I do not know you" e continuam, aos gritinhos histéricos e a trocar comentários em inglês.
Foi nessa altura que eu compreendi os bully e desejei muito que um aparecesse e esmagasse aquelas mosquinhas mortas e histéricas.
segunda-feira, abril 25, 2011
Semana de Doidos:
É o que se avizinha e começa já amanhã.
Reuniões com professores, preencher requisitos, dar uma aula, (prepará-la antes), praxe, avaliações, despedidas, comprar bilhetes da Queima, entregar livros na biblioteca, tirar fotocópias dos mesmos antes de os entregar.
Um dia de cada vez, a ver se se faz tudo e da melhor maneira possível.
terça-feira, março 29, 2011
quinta-feira, março 10, 2011
S.O.S alert
Fazer Mestrado
(Que Mestrado?)
Não Fazer Mestrado
Ficar em Portugal
Sair de Portugal
Ficar longe de uns
Ficar longe de outros
Se eu tivesse uma moeda por cada dúvida que tenho estava rica...
quarta-feira, março 02, 2011
Maneiras de se dizer uma coisa:
Hoje disseram-me assim:
(Colega da Faculdade) - Oh Rita, eu estava a olhar para o teu rabo e reparei que tinhas a racha da saia a descoser.
(Rita) - Ahhhhh, obrigada, então ainda bem que estavas a olhar para o meu rabo (num tom irónico).
Aprecio a sinceridade dele mas em certos casos, há, de facto, justificação para pequenas mentiras, como a de não estar a olhar para o meu rabo.
terça-feira, março 01, 2011
Ainda não vos disse:
Este semestre tenho uma cadeira que se chama História do Teatro cuja avaliação final é composta por 70% da nota do exame e 30% da nota do trabalho escrito.
Até aqui tudo muito bem, não há novidades. Novidade é o trabalho escrito ser a avaliação/ comentário/ apreciação/ crítica de uma peça de Teatro, peça essa que vou ter de ir ver, peça essa que terá de ser seleccionada de pelo menos três peças a que vou ter de assistir. Agora façam as contas e vejam-me nestes dois meses a ir ao Teatro e os eurinhos jeitosos que não vou gastar nesta brincadeira.
O pior não é ter de ver as peças, o pior é ter de pagar no mínimo três peças, enão há maneira de aldrabar isto já que a prof quer os bilhetes anexados ao portefólio.
Se eu soubesse desta marosca antes de me inscrever na cadeira era menina para ter escolhido outra qualquer na área de literatura, infelizmente já vou tarde, até porque para mudar a cadeira agora tinha de pagar uns ricos 150 euros aos serviços da secretaria da faculdade.
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Escape
É verdade que a Castilho arrasou comigo.
É verdade que me pôs a voz a tremer e os nervos em cacos.
É verdade que (praticamente) me reprovou "oficialmente".
Ainda assim saí de lá como entrei: direita.
Também é verdade que a seguir fui a chorar para o quarto de banho,
mas pelo menos, a dignidade ela não me a levou.
mas pelo menos, a dignidade ela não me a levou.
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