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domingo, janeiro 02, 2011

Dá-me sempre para isto

Na altura dos exames dá-me sempre para ir ver os mestrados da faculdade: ler as saídas profissionais, os alunos admitidos, os créditos, as parcerias, os graus dos licenciados...pois bem, cada tiro cada melro. Falta menos de um ano e não há nenhum que seja a minha cara.
Não sei que faça, não sei que diga, não sei que pense!

quarta-feira, dezembro 29, 2010

É só um desabafo

Alguém me explica como é que uma antiga colega minha do colégio tem uma relação sólida e duradoura com um rapaz que, para além de gostar dela, é giro, bastante até, abençoado, e é amigo dos animaizinhos? Não fosse a quantidade de coisas super boas que o rapazinho reúne para se tornar um caso raro, acrescenta-se que ela, para além de não ser bonita (sim porque ter cabelo loiro e olhos azuis não faz de ninguém nenhuma princesa) era apelidada de "Loira Burra" nos tempos do colégio.
Mas sou só eu que acha isto estranho? É que a rapariga continua igual, nem mais bonita, nem mais feia, e pelo que sei tem uma formaçãozita miníma em qualquer treta (por isso o nível de interesse pelo conhecimento que ela demonstrava ter na altura não se deve ter alterado muito). Como é que ela arranjou um prato destes? Ultrapassa-me a mim e às minhas vidas seguintes como é que tudo isto é equacionável.

quarta-feira, setembro 29, 2010

Re(re)ading

Quem os visse, naquelas noites sem fim, não diria que noutros dias, ela morreria por ele e que ele morreria por ela. Acabaram por se espumar no chumbo da cobardia que o amor lhes deixou.
Quem os visse, naquelas noites que trazem as manhãs, não diria que um dia foram mais que dois estranhos a partilhar o mesmo lugar.

quarta-feira, setembro 08, 2010

What a pity

when things don't go as planned.

<3

«Ewige Wiederkunft»

O eterno retorno supõe que, segundo Nietzsche, um dia, tudo o que já se viveu se repetirá outra vez, e essa repetição será seguida de uma outra e assim sucessivamente até ao infinito.
Se cada segundo de vida tiver de se repetir infinitamente, as nossas acções futuras, conscientes desta repetição, terão um peso absurdo de responsabilidade. Nietzsche chamava-lhe "das schwerste Gewicht" (o fardo mais pesado).
Eu não quero imaginar a atrocidade que seria (re)viver tudo outra vez até ao infinito, consciente do peso da eternidade.
Seis páginas de leitura d'A insustentável leveza do ser dão nisto.