Quando sou galada por um miúdo de 15 ou 16 anos.
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sexta-feira, novembro 25, 2011
sábado, outubro 29, 2011
segunda-feira, setembro 26, 2011
sexta-feira, setembro 23, 2011
Aulas
Chegar o nosso primeiro dia de aulas e em conversa de corredor com novas caras, todas desconhecidas acontecer:
(A) - Sou a Paulina.
(B) - Sou a Joana.
(Rita) - Eu sou a Rita.
(B/Joana) - Eu sei, aliás eu sei quem tu és.
(Rita - cara de burra, de espanto, de perplexidade, de suspeita) - Como???
(B/Joana) - Porque eu era colega do Zé e ele não parava de falar em ti.
(Rita - alívio) - Ah.
(A) - Sou a Paulina.
(B) - Sou a Joana.
(Rita) - Eu sou a Rita.
(B/Joana) - Eu sei, aliás eu sei quem tu és.
(Rita - cara de burra, de espanto, de perplexidade, de suspeita) - Como???
(B/Joana) - Porque eu era colega do Zé e ele não parava de falar em ti.
(Rita - alívio) - Ah.
quarta-feira, julho 20, 2011
quarta-feira, julho 13, 2011
quinta-feira, julho 07, 2011
quinta-feira, junho 30, 2011
segunda-feira, junho 13, 2011
Foi bom enquanto durou:
Nos últimos cinco anos o prédio em frente ao meu ficou vazio, só o rés-do-chão é que ficou como loja.
Ora isto foi uma maravilha. Mudei as cortinas. Pus umas transparentes que dão uma luminosidade incrível ao quarto. Ando em casa à vontadinha, saio do banho e se for preciso ando de roupa interior de um lado para o outro (especialmente no Verão), posso sair de casa e deixar o quarto em pantanas, posso vir de viagem e deixar as malas por desfazer, ou mal desfeitas durante dias; a minha liberdade era inimaginável.
Entretanto o prédio fez obras. Tudo bem, os trolhas só trabalhavam de manhã e eu, ou passava a manhã a dormir ou saía cedo.
Chego eu ontem a casa, depois de praticamente 15 dias fora, tenho o quarto num cenário de guerra.
Roupa por todo o lado, pó, roupa para lavar com roupa que tinha vindo de lavar, livros, folhas, tudo espalhado e desorganizado. A arrumação era iminente mas tinha o seu tempo...ou não. Diz-me a minha mãe que no dia seguinte (hoje) tínhamos vizinhos novos, que andaram a mobilar o andar, para ter cuidado, com "as minhas liberdades".
Tudo arrumado, e não pensem que o problema está em arrumar, porque eu tenho por hábito tudo arrumado, e se não tivesse não eram os meus vizinhos que tinham alguma coisa com isso. O senhor problema está nos meus hábitos. O andar de roupa interior, o vir do banho e vir para o pc de toalha...vai ter de mudar tudo. É que as três janelas do prédio da frente, do último andar estão TODAS viradas para a janela do meu quarto.
Ah, e tenho de mudar as cortinas. Comprar uma opaca, ou pelo menos mais escurinha, não vá o diabo tecê-las.
terça-feira, maio 31, 2011
sábado, abril 23, 2011
A falta de sorte dentro da sorte:
Hoje encontrei um cartão de memória caído no chão. O meu primeiro pensamento foi:
" que será que tem dentro?". Bem, quando cheguei a casa desvendei a dúvida.
O cartão tinha uma pasta de música, faço click sobre a pasta ao que me aparecem as faixas de músicas...do Chris Brown, da Paris Hilton...
Quer dizer, este mundo, cheio de bons intérpretes, uns melhores que outros, de tantas nacionalidades, de tantos géneros musicais e o que é que me calha? O comercial trash.
É esta a minha sorte. Quando me aparece vem apadrinhada pelo azar.
Hoje encontrei um cartão de memória caído no chão. O meu primeiro pensamento foi:
" que será que tem dentro?". Bem, quando cheguei a casa desvendei a dúvida.
O cartão tinha uma pasta de música, faço click sobre a pasta ao que me aparecem as faixas de músicas...do Chris Brown, da Paris Hilton...
Quer dizer, este mundo, cheio de bons intérpretes, uns melhores que outros, de tantas nacionalidades, de tantos géneros musicais e o que é que me calha? O comercial trash.
É esta a minha sorte. Quando me aparece vem apadrinhada pelo azar.
sexta-feira, abril 01, 2011
Do que nunca me acontece:
Cair.
Sorte ou muita noção de equilíbrio, se cair, caio uma vez por ano.
Até hoje, a última vez que me lembrava de ter caído ainda namorava com o outro, por isso, como podem ver, muito tempo se passou entretanto.
Ora hoje, lá ia eu, a entrar na estação do metro da Trindade, e aparece o metro.
Atrasada como sempre, apresso-me para validar o passe, e as minhas lindas sapatilhas de pano não resistem a aquele chão liso, lisinho (quase encerado) e pimba. A Rita cai de cu.
Ninguém viu, estava toda a gente de costas, cheia de pressa para apanhar o metro, e eu levantei-me logo como se nada fosse. Foi o que me valeu.
sábado, março 19, 2011
quarta-feira, março 02, 2011
Maneiras de se dizer uma coisa:
Hoje disseram-me assim:
(Colega da Faculdade) - Oh Rita, eu estava a olhar para o teu rabo e reparei que tinhas a racha da saia a descoser.
(Rita) - Ahhhhh, obrigada, então ainda bem que estavas a olhar para o meu rabo (num tom irónico).
Aprecio a sinceridade dele mas em certos casos, há, de facto, justificação para pequenas mentiras, como a de não estar a olhar para o meu rabo.
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
É um facto:
As pessoas olham para mim na rua,
mas eu não me importo.
mas eu não me importo.
Continuo a olhar para mim e a gostar do que vejo.
E que bom que foi:
Adormecer e acordar com o balde ao meu lado.
Isto de parar a digestão só tem um remédio: muito chá e um balde para vomitar horas e horas seguidas.
Foram assim as últimas doze horas.
Isto de parar a digestão só tem um remédio: muito chá e um balde para vomitar horas e horas seguidas.
Foram assim as últimas doze horas.
Valeu-me a chamada da Suiça a perguntar como é que estava.
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Daqueles dias...
...que ninguém quer.
Foi a Castilho que literalmente me atirou para a época de Setembro;
É a Celina que me faz tremer como varas verdes pelo exame de segunda-feira;
É a licenciatura que parece que a estou a ver por um canudo.
Caramba, uma coisinha boa vinha mesmo a calhar.
Estou farta de nuvens cinzentas.
Nem a minha viagem me consegue animar de tão negros
que se avizinham os próximos tempos.
que se avizinham os próximos tempos.
quinta-feira, janeiro 06, 2011
O rapaz da Blanco
A primeira vez que comprei lingerie na Blanco cheguei à caixa e calhou de ser o rapazinho a atender-me.
Não é o meu espanto quando ele pega nas peças e diz-me: "É só a calcinha e o soutien?".
Acenei. "Sim, é só." respondi com alguma timidez; fui totalmente apanhada na surpresa do momento.
O rapaz da Blanco é podre de giro, e sabe-o muito bem. Já não basta estar ali, lindo como Deus o fez, quase a inspeccionar a nossa lingerie, a ver os tamanhos que levamos/usamos (se calhar até nos imagina com elas) como ainda me faz uma pergunta daquelas.
Bom, obviamente que continuei a fazer compras na Blanco, não fosse uma das minhas lojas favoritas, e azar dos azares, ou não, é por norma sempre o rapazinho a atender-me.
Hoje lá estava eu à espera para pagar, e lá estava ele na caixa.
O que é que eu levava? Lingerie.
Chego à caixa:
Rita: Boa tarde.
Rapaz da Blanco: Boa Tarde.
Entrego-lhe as peças no balcão, ele começa a tirá-las uma por uma das cruzetas e quando eu já me preparava para pagar diz-me ele: - "Sabe que se levar mais umas calcinhas que estejam marcadas 4x3 dámos-lhe a quarta peça", ao que eu lhe digo: - "Sim eu sei, obrigada".
Eu não sei mas a verdade é que nunca o vi a "falar" assim com mais nenhuma cliente, e o resto são tretas.
sábado, dezembro 25, 2010
Ai se o arrependimento matasse
Pergunta-me a minha mãe uns dias antes do Natal, quando me passeio no meios dos macs e dos vaios e lhe digo que para o ano sou capaz de comprar um portátil: « Se quiseres, Ana Rita, dou-te um. Já sabes, escolhes que eu não percebo nada disto e fica a minha prenda de Natal e dos próximos tempos.» E o que é que a Rita responde? « Humm, deixa lá mãe, depois vemos.» (BURRA BURRA BURRA BURRA BURRA BURRA BURRA BURRA BURRA!)
segunda-feira, dezembro 06, 2010
Eu não era assim
Há uns tempos atrás eu vociferava com qualquer tipo batota associado ao desempenho académico fosse de quem fosse.
Para mim, os frutos do sucesso académico deveriam vir do esforço e dedicação da actividade do estudo, e foi assim que fiz o meu percurso académico.
Quando cheguei ao segundo ano da licenciatura e vi-me com a situação de duas cadeiras sobrepostas, apercebi-me que, por muito estudo que houvesse, o resultado final nunca seria famoso. Foi por isso que reneguei ao meu principio de não copiar, e fazê-lo, como a grande maioria dos meus colegas.
Não é nada de que me orgulhe, não é nada que seja digno de se fazer, mas dadas as circunstâncias e o "se não os consegues vencer junta-te a eles", era o mais vantajoso para mim.
Copiar para mim não é opção. Sinto que estou a trair os meus próprios conhecimentos, e depois há o medo de ser apanhada. Esse medo avassala-me, impedindo-me desde então a ceder à tentação de simplesmente tentar copiar.
Porém amanhã tenho de vencer esse medo. Tenho uma frequência sobre a « Sociolinguística Histórica e Periodização linguística em reflexões sobre a distinção entre português arcaico e português moderno» e é como se estivesse a tentar decorar uma língua que nunca ouvi em parte alguma.
Os meus valores e os meus conhecimentos que me perdoem, eles sabem o quanto eu me vou penalizar interiormente por ceder ao copianço, mas em tempo de guerra não se limpam armas, e o medo agora não é o de copiar, é o de não o conseguir fazer.
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